Seu celular pode te ajudar a perder peso

Sabe-se que a atitude de auto-monitorar a  alimentação e a atividade física está associada ao sucesso na perda de peso. E com o avanço da tecnologia e uso dos aparelhos celulares, esse monitoramento ficou muito mais fácil.

Um estudo realizado pela Northwestern University Feinberg School of Medicine, em Chicago, mostrou que o uso da tecnologia parece ser benéfico para perda de peso. As pessoas que utilizaram a tecnologia móvel como aliada ao tratamento médico perderam em  média 3,9 kg a mais em cada pesagem (ao longo de um ano), do que as pessoas que seguiram o tratamento padrão.

A tecnologia oferece novos canais eficazes no tratamento de perda de peso, permitindo o auto-monitoramento.  O uso de um sistema de tecnologia móvel é um meio de baixo custo, que pode aumentar a eficácia do tratamento de perda de peso orientado por um profissional da saúde.

Existem diversos aplicativos para celular que podem ser muito úteis para monitorar a alimentação e a atividade física. Três dicas interessantes são a calculadora de calorias da revista BOA FORMA, o Nike + Running e o TecnoNutri. Todos eles são gratuitos e podem auxiliar e motivar quem está determinado a cuidar da saúde. Experimente!

Referência:

Addition of technology to standard weight loss plan appears beneficial for greater weight loss. Arch Intern Med, 2012. Disponível em: http://www.eurekalert.org/pub_releases/2012-12/jaaj-aot120612.php

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Como escolher azeite?

O azeite de oliva é um produto obtido através do processamento das azeitonas.

Destas é extraído um óleo rico em gorduras boas (gorduras monoinsaturadas, como o ácido oléico), que ajudam a proteger o coração de doenças e controlar os níveis de colesterol. Além disso, o azeite possui polifenóis, que são substâncias com efeito antioxidante, que atuam na prevenção de doenças como o câncer.

Diante de tantas opções, variedades de preço, como selecionar o melhor azeite no momento da compra? Fique de olho nessas características e acerte na escolha!

Embalagem de vidro ou lata?

A embalagem de vidro escuro ajuda a preservar o produto da melhor maneira. O vidro serve como uma barreira ao calor, luz, protegendo melhor o azeite da ação do oxigênio e da umidade presentes no ar, quando comparado com as embalagens de lata. Na embalagem de vidro as qualidades nutricionais são mantidas por mais tempo.

Acidez Máxima 1%. Por que?

A acidez indica como foi realizado o processamento da azeitona e serve para classificar os tipos de azeite e indicar se o processamento (maturação da azeitona, colheita do fruto, limpeza, extração e embalagem) foi realizado de forma adequada. Naturalmente bons azeites tem baixa acidez.

Os azeites com valor de acidez acima de 2% não são adequados para consumo, pois passaram por um processo de refinamento, que remove antioxidantes naturais, cor e algumas vitaminas.

Azeite de Oliva Extra- Virgem, Virgem ou Refinado?

Comercialmente os azeites são vendidos com essas denominações. Essa classificação está ligada à acidez do produto e característica sensoriais (sabor e aroma).

O “Azeite de Oliva Extra-Virgem”, por exemplo, tem até 0,8% de acidez, sendo este o tipo de produto que tem melhor preservadas as suas qualidades de aroma e sabor, e o melhor para consumo. Já os produtos denominados “Azeite de Oliva”, são azeites com algum defeito sensorial e/ou acidez até 2%. O “Azeite de Oliva Refinado” passou pelo processo de refinamento, perdeu componentes importantes, e apresenta acidez acima de 2%.

Cor: Amarelo ou verde intenso?

A cor do azeite está relacionada à maturação da azeitona durante o processamento, o que lhe confere algumas características de cor e sabor, mas não indica a qualidade. A cor pode variar de intensidade entre o verde intenso e o amarelo ouro. Os azeites mais verdes são obtidos de azeitonas processadas nas etapas iniciais da colheita enquanto os mais amarelos podem ser provenientes de azeitonas mais maduras.

O azeite de boa qualidade pode ser usado em finalizações de pratos e para temperar saladas e legumes. Vale lembrar que assim como outras gorduras, o azeite é calórico: 1 colher de sopa (13ml) tem 117 calorias, por isso o ideal é usá-lo com moderação, dentro de uma alimentação equilibrada.

Referências:

http://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/65758/2/11403.pdf

http://www.borgesalimentos.com.br/public/files/apostila.pdf

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Dia Nacional de Combate e Prevenção à Hipertensão Arterial

Dia 26 de abril é o Dia Nacional de Combate e Prevenção à Hipertensão Arterial. Hoje existem mais de 30 milhões de pessoas no Brasil acometidas por essa enfermidade que popularmente é conhecida como pressão alta.

É importante conhecer os fatores que pode ocasionar a doença, por isso, a Sociedade Brasileira de Cardiologia criou a campanha “Eu sou 12 por 8” que visa conscientizar a população sobre os riscos da hipertensão e a importância de manter a pressão arterial em níveis saudáveis.

Os principais fatores que podem colaborar para o surgimento da pressão alta são hereditariedade, obesidade, estresse, ingestão de sal em excesso e má alimentação.

A hipertensão tem como principal consequência o aumento da chance de infarto do coração e acidente vascular cerebral (AVC), além da possibilidade de ocasionar a redução da expectativa de vida. Por isso, é importante prevenir o aparecimento ou controlar a doença através de acompanhamento médico, controle de peso, alimentação equilibrada, atividade física e redução do consumo de sal.

Referências:

Campanha Eu sou 12 por 8.

Disponível em: http://www.eusou12por8.com.br/Default.aspx

 

 

 

 

 

 

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Sal de ervas: Mais saúde e sabor às refeições

Para controlar a pressão arterial, a diminuição do consumo de sal é muito importante, pois este ingrediente contém sódio, que em excesso prejudica o sistema cardiovascular.

Uma dica interessante para ajudar a reduzir o consumo de sódio é trocar o sal comum pelo sal de ervas, que pode proporcionar mais sabor e saúde às refeições. Que tal experimentar?

Receita Sal de Ervas:

- 1 xícara de chá de alecrim (seco/desidratado)

- 1 xícara de chá de manjericão (seco/desidratado)

- 1 xícara de chá de orégano (seco/desidratado)

- 1 xícara de chá de salsinha (seca/desidratada)

- 1 xícara de chá de sal grosso

Bater tudo no liquidificador, guardar em um pote de vidro bem fechado e usá-lo no lugar do sal comum.

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Almoçar mais cedo pode ajudar na perda de peso

Um estudo publicado no International Journal of Obesity, em janeiro de 2013, avaliou a influência do horário das refeições no processo de emagrecimento de pessoas com excesso de peso. O tratamento para redução de peso durou 20 semanas e os participantes estavam  divididos em dois grupos que almoçavam em horários diferentes.

A pesquisa demonstrou que as pessoas que almoçaram antes das 15 horas perderam em média 30% mais peso do que aquelas que realizaram a refeição mais tarde. Além de perder menos peso, o grupo que se alimentava mais tarde perdeu peso de maneira mais lenta e também apresentou menor sensibilidade à insulina, um fator de risco para o diabetes.

O estudo ainda verificou que ingerir menos calorias no café da manhã aumenta a chance de não almoçar corretamente e revelou que o horário das refeições menores, como os lanches, não desempenha um papel relevante na perda de peso.

O momento da ingestão de alimentos pode desempenhar um papel importante na regulação do peso, por isso, evitar almoçar tarde e padronizar o horário das principais refeições parece ser tão importante quanto controlar o que é consumido em cada uma delas.

Referências:

GARALEUT, M. et al. Timing of food intake predicts weight loss effectiveness. Int J Obes, v.37, n.4, 2013. Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23357955

http://www.nature.com/ijo/journal/v37/n4/full/ijo2012229a.html

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Relaxe! O estresse crônico aumenta o risco de desenvolver diabetes

Já se sabe que o estresse crônico pode aumentar o aparecimento de doenças cardiovasculares, problemas digestivos, depressão, obesidade, doenças de pele, distúrbios do sono, memória, e agora: diabetes tipo 2.

Estudo publicado na revista Diabetic Medicine, em janeiro de 2013, revelou que homens com manifestação de estresse crônico tem risco 45% maior de desenvolver a doença, comparados aqueles com manifestações ocasionais. Cerca de 7 mil homens suecos foram acompanhados durante 35 anos.

Os pesquisadores da University of Gothenburg sugerem que nos indivíduos estressados os níveis de cortisol estejam sempre altos. O cortisol é um hormônio, que em excesso favorece o acúmulo de gordura na região abdominal e visceral (entre os órgãos), que é um fator de risco para o distúrbio na metabolização do açúcar e doença do coração.

Além disso, o estresse psicológico está relacionado com hábitos de vida pouco saudáveis como alimentação desbalanceada, consumo excessivo de doces e bebidas açucaradas e alimentos ricos em gordura. A inatividade física, tabagismo e consumo elevado de álcool também são comportamentos comuns entre os indivíduos com estes sintomas. Todos esses fatores estão associados ao aumento do risco da doença.

Apesar disso, o estudo revela que o sintoma permanente é fator independente para aparecimento de diabetes tipo 2. Por isso, vale incluir na rotina momentos de lazer e relaxamento!

 

Referências:

NOVAK, M. et al. Perceived stress and incidence of Type 2 diabetes: a 35-year follow-up study of middle-aged Swedish men. Diabetic Medicine, v.30, n.1, 2013. Disponível em: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/dme.12037/full

http://miradorsalud.com/site/3063/

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7 de abril: Dia Mundial da Saúde

   No dia 7 de abril a Organização Mundial de Saúde (OMS) comemora seu aniversário celebrando o Dia Mundial da Saúde. Segundo a Constituição da OMS, a saúde é o estado de completo bem estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças. Isso indica que manter um estilo de vida saudável contribui diretamente para o bom funcionamento do organismo como um todo.

     A cada ano, para comemorar esta data, é escolhido um tema que seja importante para a saúde  pública mundial. Em 2013 o tema é a Hipertensão. A OMS quer promover a conscientização das causas e consequências dessa doença e incentivar a mudança de comportamento das pessoas.

     Também conhecida como pressão alta, a hipertensão é uma enfermidade que atinge um a cada três adultos no mundo, mas que pode ter seu risco diminuído através de pequenas atitudes que podem fazer grande diferença na qualidade de vida das pessoas.

     Manter uma dieta equilibrada, diminuir o consumo de sal, praticar atividade física e manter o peso saudável são atitudes que podem ajudar a cuidar da saúde, diminuindo o risco de doenças e colaborando para o bem-estar e melhora do estilo de vida.

Referências:

Organização Mundial da Saúde. Disponível em: http://www.who.int/world-health-day/es/

Constituição da Organização Mundial da saúde. Disponível em: www.who.int/governance/eb/who_constitution_sp.pdf

 

 

 

 

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Nem só de chocolate é feita a Páscoa

     Os ovos de chocolate viraram sinônimo de Páscoa. Assim como a figura do coelho e sua CENOURA!

     Muito comum e facilmente encontrada durante todo o ano, a cenoura é uma raiz, com poucas calorias (1 unidade pequena tem 24 calorias).  Tem propriedades de melhorar o sistema de defesa do corpo e está relacionada com a saúde da pele. Isso porque tem vitamina A, vitamina C, vitaminas do complexo B, minerais como cálcio, potássio e fósforo.

     A cenoura se destaca por ser uma fonte de betacaroteno. O betacaroteno é um tipo de carotenóide, pigmento encontrado em vegetais e frutas amarelos e alaranjados, que tem atividade antioxidante (combater os radicais livres) e é responsável por manter o bronzeado na pele.

     Um estudo publicado no American Journal of Epidemiology, que acompanhou mulheres afro-americanas por 12 anos, relatou que as mulheres que consomem mais vegetais são menos propensas à desenvolver câncer de mama do que as mulheres com baixo consumo desse tipo de alimento.  Os pesquisadores sugerem que tipos específicos de vegetais podem desempenhar um papel maior na redução do risco da doença, e que o consumo de cenoura pode estar associado à menor risco de câncer de mama. As cenouras são fontes de carotenóides, que podem reduzir o risco de câncer por meio de suas propriedades antioxidantes.

        Ainda vai ficar só no chocolate nessa Páscoa?

Consuming vegetables linked to decreased breast cancer risk in African-American women. Disponível em: http://www.eurekalert.org/pub_releases/2010-10/bumc-cvl101210.php

 

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Pratos congelados: aliados na perda de peso

Estudo publicado na revista Obesity, mostrou que uma dieta contendo pratos congelados foi mais eficaz para a perda de peso que uma dieta baseada na pirâmide alimentar americana.

A pirâmide alimentar foi criada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, como uma representação visual de uma dieta saudável. Ela sugere o consumo de uma quantidade de alimentos, de diferentes grupos alimentares.É uma ferramenta útil, porém para ter sucesso na perda de peso, a pessoa precisa escolher, preparar, medir, e consumir alimentos em porções recomendadas (que normalmente são estimadas).

O estudo revelou que as mulheres que seguiam uma dieta com pratos congelados (complementada com alguns outros alimentos como legumes, salada e frutas) perderam mais peso e gordura do que as mulheres que seguiam uma dieta baseada nas recomendações da pirâmide alimentar.

Isso porque o tamanho das porções, fator importante para o sucesso da perda de peso, foi mais fácil de controlar através de pratos congelados balanceados, onde as porções já vêem estabelecidas. Além disso, os pratos congelados oferecem praticidade, já que grande parte da população opta por não investir muito tempo na preparação das refeições.

Utilizando pratos variados, adicionados de alguns alimentos, os pratos congelados são aliados na perda de peso pois permitem controlar e aprender o tamanho das porções consumidas, e por serem práticos, aumentam a adesão de um novo plano alimentar.

Use of Portion-Controlled Entrees Enhances Weight Loss in Women. Obesity Research. Volume 12, n. 3, pag 538–546,  2004. Disponível em: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1038/oby.2004.61/full

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Marmita seria a solução?

 

Pesquisa da Universidade de São Paulo-USP, publicada em janeiro de 2013, revela que alimentar-se fora de casa pode contribuir para o excesso de peso. A prevalência de excesso de peso e obesidade para os que se alimentavam fora de casa chegou à 59%.

Segundo a pesquisa, 32% dos entrevistados relataram terem feito ao menos uma refeição principal (café da manhã, almoço ou jantar) fora do lar. Resultados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (2008-2009) já sugeriam essa tendência entre os brasileiros.

Na lista de alimentos mais consumidos nessas refeições encontram-se:  refrigerante, salgado, pizza e sanduíche. O custo relativamente baixo desses alimentos poderia explicar o alto consumo. Porém, alimentos integrantes de uma alimentação saudável, como exemplo de arroz e feijão, também apareceram na lista.

Almoçar fora de casa está relacionado à pior qualidade da alimentação. Normalmente a comida de restaurantes ou fast foods apresenta alto teor de gorduras e alimentos ricos em açúcar.

Levar marmita de casa seria a solução? Segundo Bartira Gorgulho, autora da dissertação de mestrado que investigou esses dados, “as refeições realizadas dentro de casa também precisam ser melhoradas. É preciso observar se há de fato diferença no padrão alimentar dentro de casa, ou se alimentação fora do lar é um reflexo de hábitos alimentares praticados dentro de casa”. Vale a reflexão!

 

GORGULHO, B.M. Alimentação fora do lar e sua relação com a qualidade da dieta de moradores do município de São Paulo: Estudo ISA – Capital . Disponível em : http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-17012013-093612/pt-br.php

 

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